“Nosso trabalho é impedir que o leilão 4G seja feito de forma acelerada e sem critério técnico”, afirma presidente da SET

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Realizado no auditório da TV Gazeta em Vitória-ES, o SET Regional Sudeste 2014 iniciou seus trabalhos com uma palestra ministrada pelo presidente da associação Olímpio Franco. Durante seu painel, Franco trouxe um resumo das atividades que a SET tem realizado nos últimos 12 meses e também abordou os trabalhos e as polêmicas da questão dos 700 MHz.

“Estamos caminhando e esperando que estas mudanças que temos feito tragam um caminho cada vez melhor para nossos associados”, começou o presidente. Na primeira etapa de sua apresentação, Franco apresentou todos os eventos, produtos editoriais e grupos de trabalho que a SET tem gerido.

O presidente reservou também um grande tempo para explicar para os presentes sobre as transformações para a SET Expo. “Já estamos com 95% dos espaços da feira vendidos e ainda há demanda, de forma que para o próximo ano devemos fechar com um pavilhão maior dentro do centro de convenções”, explicou.

Após este resumo, Franco tocou em um tema mais delicado: A questão dos 700 MHz. . Iniciou enfatizando o papel da SET de zelar por um processo responsável, independente do objetivos de prazo e valores de arrecadação estipulados pelo governo.

O presidente da SET apresentou o contexto do tema, mostrando as possibilidades de interferência com a cessão da faixa dos 700 MHz para a banda larga móvel. Em seguida, falou sobre o caso Japonês, país que já passou por este problema, e sobre as medidas de mitigação, e custos destes, usados pelos Japoneses.

Em seguida apresentou os resultados do trabalho realizado em parceria com o Mackenzie, já publicados pela Revista da SET. “Fizemos mais de 3200 medições até agora, e vamos continuar o trabalho com novos testes e medidas para interferências relativas a dispositivos One-Seg”, explicou.

Por fim, o Presidente criticou a postura da Anatel com relação à questão. “O governo tem tentado tomar atalhos que não são justificáveis. Ouvimos que o governo não quer levar em conta antenas internas para as medidas de mitigação. Esquece, porém, que 80% da recepção no Brasil é feita por antenas internas. Isso não é aceitável”, explicou, concluindo que a resolução 625/2013 não atende ao que é necessário para garantir a qualidade do serviço.

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