Administração de Loudness para TV Digital e Segunda Tela

Gilbert Felix afirmou que as estações transmitem conteúdos de uma série de fontes e neles o  Loudness varia amplamente entre diversas fontes

Gilbert Felix afirmou que as estações transmitem conteúdos de uma série de fontes e neles o
Loudness varia amplamente entre diversas fontes

O Controle de Loudness é um processo, não só um produto. Análise da realidade brasileira

Gilbert Felix (LINEAR ACOUSTIC) trouxe ao Congresso o áudio e começou a sua alocução com um questionamento ao público afirmando que “o áudio é tão importante como o vídeo na TV, a questão é que o mercado assuma essa importância”.

“Nossos produtos de processamento de intensidade de áudio “Loudness” são usados ​​por mais estações de DTV que todos os outros no mercado, o que nós faz uma empresa muito credível”, disse Felix.

Felix explicou que o Loudness é subjectivo e percebido pelo ouvido e o celebro, assim, os “VU tradicionais e medidores de PPM não medem da mesma maneira que ouvimos”, mas segundo o executivo da Linear Acoustic, hoje é importante o Loudness porque estamos em um momento de “transição da transmissão terrestre analógica a digital”, e essa transição precisa de “soluções analógicas que funcionaram bem, mas já não são adequados para o Mundo Digital, sobre tudo nas transições de programa para comerciais quando os espectadores reclamam com as mudanças bruscas de intensidade devido aos altos comerciais é a maior queixa dos espectadores”.

O executivo explicou aos presentes que é necessário na produção ter um MIX  no qual exista uma “Zona de Conforto e Target Loudness” e na ingesta de conteúdos seja medido e normalizado o áudio para a “Zona de Conforto”. Desta forma, na transmissão, “haverá um controle da intensidade final, e um upmix de estéreo para som surround”.

Para isso, Felix explicou que a empresa “oferece medidores de Loudness e monitores com a ITU-BS, e uma linha completa de processadores, incluindo: AERO.2000®, AERO.one, AERO.lite, AERO.mobile,  AERO.1000 e o novo AERO.100, além de fornecemos equipamento para o processamento da transmissão de Dolby, upmixing e downmixing”.

E isso é possível porque “nossos processadores não dependem de simples algoritmos de banda larga para a gestão do Loudness. Ao contrário, nós incorporamos uma combinação de metadados, banda larga e um sofisticado Algoritmo de Multibanda para controlar o volume, sem sacrificar a qualidade do áudio ou a experiência de audição do espectador”, afirmou.

Finalmente, Felix falou de Segunda Tela, e quanto é importante o “fluxo de trabalho do áudio para Segunda Tela, onde é preciso que o conteúdo tenha perfis recomendados para os dispositivos, específicos para cada celular” afirmando que o “áudio principal deve estar associado e deve ser pré-mixed, e se necessário utilizar um Downmix HE AAC e AAC antes de codificar. E, se possível, pacote o áudio separadamente do vídeo”.

O SET Regional NORDESTE, Seminário de Tecnologia de Televisão e Multimídias, Gerenciamento, Produção, Transmissão, Distribuição de Conteúdo Eletrônico Multimídia, Interatividade, Mobilidade, Interferência, Broadcast e Broadband realiza-se em Recife, Pernambuco de 24 a 25 de setembro de 2014.

O evento espera receber mais de 200 profissionais do setor na capital pernambucana no Auditório da TV Jornal do Commercio. Conta com a parceria institucional da TV Jornal do Commercio e é uma realização da SET – www.set.org.br

Por Fernando Moura, em Recife (PE)

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