SET Nordeste 2015: Distribuição do sinal Digital

Lucas Texeira e Emerson Pedro, da Screen do Brasil, que analisaram a “Distribuição do sinal Digital, SFN e transmissores de alta eficiência”.

Lucas Texeira e Emerson Nunes, da Screen do Brasil analisaram a “Distribuição do sinal Digital, SFN e transmissores de alta eficiência”.

O primeiro workshop da tarde desta segunda-feira (8) no SET Nordeste 2015 esteve a cargo de Lucas Texeira e Emerson Nunes, da Screen do Brasil, que analisaram a “Distribuição do sinal Digital, SFN e transmissores de alta eficiência”.

Emerson Pedro começou o workshop explicando que há alguns anos a Screen realizava um workshop um dia antes do SET Nordeste e que esta é uma “grande oportunidade porque agora o evento tem a chancela da SET, o que ainda o prestigia ainda mais”.

A seguir, Teixeira começou a sua apresentação explicando o que é a “multiplexagem de áudio e vídeo em ISDB-Tb”, que é utilizada, segundo disse, para transmissões móveis em one-seg e de HDTV, oferecendo interatividade.

O executivo da Screen falou um pouco sobre a história da regionalização e explicou um sistema de regionalização desenvolvido pela empresa para a Copa do Mundo da África do Sul. Ele mostrou como é possível fazer distribuição de conteúdo via satélite realizando a regionalização dos conteúdos.

A seguir, trabalhou o conceito de SFN, uma rede de frequência única com três características básicas que fazem com que todos funcionem de forma sincronizada através de GPS. Teixeira explicou os casos nos quais é preciso utilizar SFN e quais devem ter MFN, afirmando que o SFN tem como uma das características principais o valor do sincronismo Time Stamp, que é a diferença entre a subida e descida de sinal.

Ele mostrou os equipamentos da empresa para realizar este tipo de envio de sinal, mostrou as potencialidades do OmniLink que permite emitir um link direcional e falou sobre quais as suas vantagens para trabalhos de externa e quais as opções de Link HS/SM. Outro dos produtos apresentados por Teixeira foi a plataforma ARK6 com suas principais funções. “Este equipamento pode ser utilizado para sinais que chegam via satélite, mas poderíamos tirar a placa e ele reconheceria um sinal UHF, por exemplo”.

Lucas Teixeira da Screen do Brasil explicando a plataforma ARK6

Lucas Teixeira da Screen do Brasil explicando a plataforma ARK6

Lucas Teixeira explicou internamente o ARK6, na sua versão 6.8 trabalhando por IP para sistemas digitais e como é possível nesta plataforma trabalhar tanto em digital (ISDB-Tb) como com sinais analógicos.

A Screen, explicou Teixeira, já implementou várias redes de SFN tendo em conta que a maior dificuldade é o sincronismo da rede, ainda maior que a topografia. “A característica básica do SFN é o seu sincronismo, para isso o multiplexador é fundamental para ver qual é o máximo delay que a rede pode ter para que esta funcione”.

Ante a pergunta da Revista da SET sobre por que optar por SFN em oposição da MFN, Emerson Nunes disse que optou por SFN porque o MFN é uma questão batida no país. “O SFN é o que há de novo. É imensamente mais difícil de montar uma rede SFN, mas nelas a economia de frequência é muito grande”.

Veja a programação do SET Nordeste 2015 

SET Nordeste 2015
Rua Vicente Linhares, nº 308, Aldeota, FORTALEZA – CE
Parceria Institucional: ESTÁCIO DO CEARÁ – ACERT – ASSERPE
Carga Horária: 18 horas – 09:00 às 18:00

Por Fernando Moura, em Fortaleza (CE)

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