SET SUL discute operação multiplataforma

O primeiro painel da tarde do segundo dia do SET SUL abordou a operação multiplataforma em um tempo de transformação digital

painel operação multiplataforma

O painel “Operação multiplataforma” foi moderado por Marlon Massaneiro, da Rede Paranaense de Comunicação (RPC TV), e teve palestras de Renan Cizauskas, diretor de Tecnologia da Asccent; Washington Cabral, consultor de Tecnologia da Divisão de Mídia e Entretenimento da IBM/Videodata; e Daniela Souza, SVP da AD Digital.

Na palestra “indústria em transformação: a busca de uma fundação digital”, Daniela Souza apontou os pilares da transformação digital e indicou como as empresas vêm se preparando para 2020 neste contexto de digitalização.

A diretora de Marketing da SET afirmou que a “inovação digital transformou a indústria da mídias em ondas de desenvolvimento” com novas formas de produção, compra e distribuição de conteúdo. “A próxima onda será a da internet das Coisas (IoT), quando manteremos a comunicação de massas com um living services onde a comunicação será realizada sem intermediário”.

Washington Cabral, na palestra “Uma jornada ao futuro dos micro-serviços de mídia”, avançou para as mudanças de comportamento da audiência e falou do modelo de negócios do broadcast neste cenário digital.

“Os modelos de negócios efêmeros de geração de renda não podem ser suportados pela maneira tradicional de operação de broadcast. Na prática, os modelos atuais não precisam de alcance geográfico de distribuição, e precisam ter resiliência inerente, com elasticidade inerente, e com liberdade para escolher o fornecedor com modelos de financiamento no nível do minuto, onde se pague por cada minuto produzido e consumido”, afirmou.

painel operação multiplataforma2Para o executivo da IBM/Videodata, “os atuais modelos de infraestrutura precisam se adaptar a uma realidade elástica, resiliente e altamente distribuída” com um novo conceito, o “de micro-serviços de mídia, mas a transformação é difícil e para chegar a ela é preciso tomar uma série de decisões que nos levem a uma nuvem nativa”, que leve o broadcaster “a um mundo novo, repleto de limitações que têm de ser reconstruídas. É uma jornada que vale a pena porque podemos alcançar um novo modelo”, argumentou.

O último a falar na sessão foi Renan Cizauskas, na palestra “virtualização e hiperconvergência”, em que o executivo analisou os “benefícios, desafios e soluções para uma emissora de televisão virtualizada”. Ele disse que “é possível virtualizar praticamente qualquer dispositivo de TI, as soluções tradicionais dificultam a adoção de novos métodos de transporte de vídeo por redes ou a virtualização de dispositivos”.

O representante da Asccent acredita que sejapreciso migrar para um ambiente híbrido ou full IP e virtualizado, claro que “isso têm as suas vantagens e desafios, aumentando assim a eficiência e a qualidade da operação e ainda assim reduzir custos”. Afinal, disse, a “virtualização é um pool de serviços”.

Por Fernando Moura, em Curitiba (PR)

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